segunda-feira, 30 de junho de 2008

É ISSO AÍ

É isso aí
Como a gente achou que ia ser
A vida tão simples é boa
Quase sempre

É isso aí
Os passos vão pelas ruas
Ninguém reparou na lua
A vida sempre continua
Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não sei parar
De te olhar

É isso aí
Há quem acredite em milagres
Há quem cometa maldades
Há quem não saiba dizer a verdade
É isso aí
Um vendedor de flores
Ensinar seus filhos a escolher seus amores
Eu não sei parar de te olhar
Eu não sei parar de te olhar
Não vou parar de te olhar
Eu não me canso de olhar
Não vou parar de te olhar
http://www.youtube.com/watch?v=CjmLI0VyLmM

sexta-feira, 27 de junho de 2008

BARCO À DERIVA

Há já algum tempo que não me sentia assim, um barco sem rumo numa noite de tempestade, perdido na mais escura das noites, na pior das marés. Assumo a culpa de não saber levar este barco a bom porto de não procurar uma noite de paz, e em vez disso enfrentar a vida com o coração na boca. A tristeza de puder perder este barco no qual naveguei e fui tão feliz, deixa-me na mais profunda das mágoas, sem luz no horizonte. Pudia ter escolhido outro rumo, ter feito outra opções. Mas não! Tinha de dizer tudo o que me ia na cabeça, tudo o que me ia no coração. Confesso que não domino o dom de ficar calado, mas daí a perder aquilo que mais amo é dor demais. Manterei-me nesta maré, na esperança que a tempestade amaine, que o sol sorria outra vez, e que o barco não se perca. Não quero acordar perdido numa ilha após me ter afogado nesta tempestade. Quero antes voltar a beber da luz que nos iluminou, das marés serenas que nos carregaram, dos ventos de sul que nos aqueceram. Procuro-me nesta tempestade que se está a abater sobre mim, vivo aquilo que o tempo de dá, e não dá muito. Choro lágrimas de tristeza, salgadas como o mar que me carrega. Olho da proa a ver se vejo terra, mas terra não vejo. Procuro o tempo que diz sarar as feridas, procuro a vida que parece que fugiu debaixo de mim. A todos aqueles que me deram a mão, neste momento de tristeza o meu maior dos obrigada. Amo-vos de coração. Foram o porto que me reteve enquanto nadava à deriva, foram o farol que me iluminou perante a escuridão.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

E TUDO O CAMIONISTA LEVOU...

A história do nosso governo e dos camionistas, resume-se à história do olho do cu que todos subjugaram... aqui fica:

"Quando o Criador fez o corpo humano, todas as suas partes queriam ser o chefe. Oc érebro disse: já que eu controlo isto e penso por todos, eu devia ser o chefe. Os pés disseram: já que nós transportamos o corpo para onde o cérebro quer e lhe permitimos, assim, fazer o que quer, nós deveríamos ser o chefe. As mãosafirmaram: já que nós fazemos o trabalho e ganhamos o dinheiro para manter todoo corpo, está claro que devíamos ser o chefe. E seguiram-se o coração, os olhos,as orelhas, os pulmões... Por fim, o olho do cu falou e pediu para ser ele ochefe. As restantes partes do corpo desmancharam-se a rir perante a ideia de ele poder ser o chefe. O olho do cu encolerizou-se, fechou-se e recusou trabalhar. Rapidamente, o cérebro enfebreceu, os olhos ficaram vesgos e turvos, os péstornaram-se demasiados débeis para caminhar e as mãos ficaram sem forças, enquanto o coração e os pulmões lutavam para sobreviver. Face a este drama, todos suplicaram ao cérebro que cedesse e permitisse ao olho do cu ser o chefe.E assim se fez. As outras partes do corpo realizavam o trabalho, enquanto o olhodo cu os dirigia e se ocupava principalmente da merda, como todo o chefe digno do cargo. Moral da história: Não é preciso ser-se um cérebro para chegar a chefe; um olho do cu tem claramente mais possibilidades. Quiçá, as coisas não sejam tão diferentes fora do corpo humano...."
Parece que o olho do cú se fechou...