quarta-feira, 17 de setembro de 2008

ÁGUA DOCE

Água doce esta que chove sobre meu rosto, dias de Outono aproximam-se. Algumas folhas começam a cobrir meus pés. O tráfego agita-se, o ruído toma conta do ar. As pessoas tomam conta do espaço. E o mundo... o mundo esse deixa de girar devagar. Mas calmo, desfruto do primeiro cheiro da terra molhada. A noite torna-se eterna e o dia... esse torna-se madrugada. Os meus sentidos ficam alerta! Os cheiros, os sons, o que meus olhos vêem e o que as minhas mãos tocam, fazem desfrutar do que aí vem com grande alegria. Jamais poderia ser de outra forma! Pois não me rendo à melancolia e da água doce que em meu rosto cai, não se transforma em água salgada que de meus olhos choveria.

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