terça-feira, 21 de outubro de 2008

FRIO

Frio sentimento o que vem por debaixo daquela porta que de entreaberta quase que trás certa a decisão de não continuar. Frio sopro que se refugia em minhas costas e me faz curvar para trás, de tantos arrepios me provocar. Frio chão o que piso e me gela o interior de meu corpo e o meu caminhar. Frio olhar o que gela o silêncio que me rodeia. Frio céu e todas as gotas que dele caem sobre meus ombros. Frio abraço aquele que não sinto e por agora fecho meus olhos, para te imaginar um pouco, calor.

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