terça-feira, 11 de novembro de 2008

ABSTRACTO

Cruzei as ideias que levitavam em minha mente,
Alimentei o raciocínio e como que num antro de perdição,
Conquistei as palavras que o comum dos mortais não sente,
Mas que pensa, reflecte e planta em si o acto de abstracção.

4 comentários:

Anónimo disse...

Isto é um fantasma a sair do vaso?
Como é comer num antro e perdição?

Master Of The Wind disse...

Caríssima, n é "como" do verbo "comer", mas sim como se eu estivesse num antro de perdição. Mas de facto acho que é o fantasma da planta, pois como se pode ver ela já morreu :)

Anónimo disse...

Tadita.

Master Of The Wind disse...

Olha foi o destino... (para ser gótico, como diz o Toné)