terça-feira, 4 de novembro de 2008

ÁGUA

Doce aquela que cai dos céus, neste Inverno que acolhemos. Serena sua melodia quando corre nos leitos, se lança de suas cascatas ou apenas quando cobre nossas mãos. Fecho meus olhos e ouço o entoar de seus movimentos. Calma a alma que a ouve com atenção, suave o toque que ilude a razão. Quem não se deslumbra ao ver sua dança nas ondas do mar, quem não vive o seu terno deslizar? Seria areia em praia deserta ou cascata em zona incerta apenas para junto dela viver, e sentido dizer que rio na corrente sem fim, viva... maré de mim.

5 comentários:

Espalha Brasas disse...

Chata a chuva que cai neste Inverno que temos de aturar!!!! Chuva, só de noite.

Master Of The Wind disse...

Sim... mas quem nunca andou a correr e a saltar poça atrás de poça tds encharcados? E não era bom?

Espalha Brasas disse...

Com galochas, daquelas com olhinhos!! EHHHHHH!!! Splashhhhh!

Anónimo disse...

Só assim se sentem as 4 estações...

Tóne

Anónimo disse...

Três vivas à maré de ti!