domingo, 28 de dezembro de 2008

MEMÓRIAS

Memórias estas que navegam a meu lado,
Em barco perdido de casco ferido.
Por marés de outrora distantes e tão incessantes,
Que me levaram de vela partida e sem leme,
Por mares que ninguém jamais teme.
Calmas águas que entorpecem meus braços,
Remar não é meu forte, mas poderia ter pior sorte.
Afundar-me em tal mar seria como desistir,
Abrir os braços e de tal sorte fugir.
Jamais o farei! Mil vezes meus braços quebrarem,
A alguma vez ver barcos meus naufragarem.

2 comentários:

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